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Apresentação:

Este blog é dedicado aos atuais e futuros idosos para que tenham uma vida mais feliz e menos complicada.
Minha mãe, Leda Rosin, escreveu textos e poemas com o objetivo de lançar um livro para ajudar o Asilo Padre Cacique de Porto Alegre, RS, mas não conseguiu patrocínio.
Criei este blog como homenagem para que seu trabalho não fique esquecido numa gaveta e para que ela se sinta feliz.
Este é um blog para todas as idades!



Esta turma respeita os idosos!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

PET TERAPIA


 Um estudo publicado no conceituado American Journal of Cardiology, dos Estados Unidos (EUA), mostrou que o convívio com animais ajuda a controlar o estresse, diminui a pressão arterial e reduz o risco de problemas cardiovasculares. Pesquisas médicas realizadas na Austrália, por sua vez, concluíram que os donos de bichos fazem consultas com menor frequência a clínicos gerais e requerem menos medicação do que as outras pessoas. Não acabou, não: são incontáveis os trabalhos científicos que apontam o quanto a interação do homem com o animal é capaz de reduzir problemas como depressão, ansiedade e solidão.
 Agora tente relacionar esses dados com a realidade dos idosos no Brasil. Não são poucos os indivíduos que chegam à terceira idade sem uma atividade que os mantenha ocupados e, pior, sem um acolhimento familiar que lhes garanta o mínimo de atenção, cuidado e afeto. "Vivemos em uma sociedade que está envelhecendo e, mais que isso, por força das circunstâncias, as famílias são menores e há uma rejeição ao idoso. Seus contatos sociais se reduzem, ele vive, muitas vezes, isolado e acaba se sentindo inútil perante o mundo.
 O animal de estimação vem suprir essas carências, trazer novas responsabilidades e facilitar a comunicação com as pessoas", observa a médica veterinária Hannelore Fuchs (SP), mestre e doutora em psicologia, especialista em comportamento animal e zooterapia. A psicóloga e psicanalista formada pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), do Rio de Janeiro, Sara Gradel, concorda. Para ela, a grande e mais importante função do pet é estabelecer uma relação afetiva. "O bicho passa a substituir uma companhia, como a presença de um filho."

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Ganhos para a saúde

Vários benefícios para o bem-estar físico e mental já foram comprovados, como diminuição da pressão sanguínea e da frequência cardíaca, melhora do sistema imunológico, da capacidade motora e da autoestima, incremento da interação social e, por fim, até uma ação calmante e antidepressiva. Muitas vezes, a simples presença do animal estimula processos cognitivos, ajuda a relembrar fatos do passado, dá força para enfrentar tratamentos dolorosos e desconfortáveis e favorece a recuperação física. "Todas as doenças de origem psíquica e as decorrentes do processo de envelhecimento podem ser atenuadas - como o mal de Alzheimer, outros tipos de demência senil, depressão e artrite", explica a veterinária Hannelore.
 Vale observar que adotar um bicho de estimação que exija dedicação diária mexe com a rotina - o que só traz vantagens para os idosos. Os cuidados necessários demandam um mínimo de exercício físico - e, no caso dos donos de cães, umas boas caminhadas diárias. A cabeça igualmente sai ganhando.  "Pesquisadores da África do Sul comprovaram que o convívio com animais ativa a liberação de diferentes hormônios e neurotransmissores - como endorfina, dopamina, prolactina e oxitocina -, razão pela qual auxilia na diminuição do estresse", explica Vinicius Fava Ribeiro, fisioterapeuta da Organização Brasileira de Interação Homem-Animal Cão Coração (Obihacc) e da Terapia Assistida por Cães (TAC). Outro estudo desenvolvido pelo Journal of the American Association of Human-Animal Bond Veterinarian (EUA) mostra que a interação entre humanos e cães detona em ambos alterações hormonais que afetam o nível de endorfinas e outras substâncias pelo período de 15 minutos. A liberação desses componentes diminui a ação do cortisol, o hormônio do estresse, provocando sensações de bem-estar.
Segundo Sara Gradel, quando o idoso é acometido por doenças cerebrais em que há destruição de células - como no derrame - o animal pode funcionar como um grande estímulo para amenizar as sequelas e acelerar a recuperação da fala e dos movimentos, por exemplo.

POR ROSANA FARIA DE FREITAS 
Daqui: Revista Vivasaúde


3 comentários:

Lúcia Bezerra de Paiva disse...

Excelente matéria obrigada!
Minhas duas "gatosas" são a terapia, dessa que vos fala...
Beijos!

vieira calado disse...

Passei para dar uma olhadela ao blog.
A senhora tem tantos...
Beijinhos!

soninha cidreira disse...

O post é perfeito mas Obama...é show!!
abraços

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